Reabertura das actividades presenciais -plano de contingência

Reabertura das actividades presenciais -plano de contingência

O plano de reabertura das atividades presenciais da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Pentecostal do Porto assenta nos seguintes pressupostos fundamentais, estando sujeito a alterações sempre que se verificar necessário:

1. É compromisso da Assembleia de Deus do Porto acompanhar os desenvolvimentos da situação atual do país, devido ao cenário de pandemia, e agir em conformidade com as recomendações e diretrizes das autoridades sanitárias e governamentais (DGS, OMS, Governo, etc.).

2. Cremos que os encontros e atividades presenciais são estruturantes e fundamentais para a nossa vida cristã comunitária e pessoal. Posto isto, consideramos a reabertura gradativa das atividades presenciais uma decisão essencial. A mesma será efetuada, adotando todas as medidas preventivas que garantam o maior nível de segurança possível.

3. Em caso de novo confinamento ou outra diretiva governamental, a Igreja regressará ao formato exclusivamente online, tal como foi feito em março, mesmo antes de essa medida ter sido imposta pelas autoridades competentes. Tomaremos sempre medidas proativas de proteção e segurança da comunidade.

4. As atividades presenciais da Igreja serão retomadas no fim-de-semana de 30 a 31 de maio. Não obstante, continuarão a ser transmitidos cultos online, assim como programação apropriada para crianças.

  1. Medidas de limpeza e higiene

    1. Antes da reabertura das atividades presenciais, será feita uma desinfeção prévia do interior, assim como das zonas de acesso das instalações da igreja;

    2. Serão afixados, em local bem visível, cartazes contendo as regras de higiene e de distanciamento, assim como da obrigatoriedade do uso de máscara;

    3. Os participantes nas celebrações devem higienizar as mãos à entrada com um produto desinfetante. Os dispensadores estarão fixos, à entrada das instalações e em outros locais estratégicos;

    4. As rotinas de limpeza e higienização dos espaços serão intensificadas; antes, depois e no intervalo entre celebrações, será realizada uma desinfeção/higienização do espaço, com recurso aos agentes adequados, privilegiando-se os pontos de contacto (bancos, puxadores e maçanetas de portas, objetos de uso comum), assim como o arejamento das instalações;

    5. Todos os microfones serão higienizados entre cada reunião.

  1. Acesso e circulação na casa de oração

    1. O acesso e presença nos lugares de culto serão limitados, de acordo com as normativas governamentais;

    2. Não poderá existir aglomeração, nem dentro, nem fora das instalações da Igreja;

    3. Para evitar sobrelotação do espaço, serão feitas diligências, contemplando reserva prévia e sinalização de lugares; será privilegiado o acesso rotativo;

    4. As equipas de acolhimento e portaria da Igreja estarão preparadas para auxiliar os participantes no cumprimento das normas de proteção; o staff fica responsável pela verificação do uso de máscara e desinfeção das mãos à entrada da casa de oração, assim como pela contagem do número de assistentes;

    5. Durante a realização das reuniões, as portas de entrada da Igreja, bem como as janelas, de forma a haver circulação de ar e eliminar o uso de ar condicionado; assim como evitar o manuseamento de puxadores ou maçanetas de portas;

    6. Existirão percursos sinalizados de sentido único de modo a evitar cruzamento de pessoas. Os porteiros encaminharão os participantes para os lugares para rentabilizar o espaço e garantir as distâncias de segurança; membros da mesma família, em coabitação, poderão ocupar lugares próximos uns dos outros;

    7. Devem ser primeiramente ocupados os lugares mais distantes da porta de entrada;

    8. O elevador só deve ser usado por uma pessoa ou família em cada viagem e deve ser chamado por um porteiro, higienizando o botão de chamada. À saída da pessoa/família, o porteiro deve higienizar os botões internos;

    9. No final da reunião, os crentes deixam a igreja, no respeito pelas regras de distanciamento, sem aglomerações. Devem sair primeiramente as pessoas que estão mais próximas da porta de saída;

  1. Celebração do culto

    1. É obrigatório o uso de máscara durante a celebração, sendo que a mesma só deverá ser retirada no momento da toma da ceia do Senhor; a exceção será para os intervenientes que subam ao estrado para participar, desde que respeitem uma distância física segura (mínimo de dois metros);

    2. Cada interveniente no culto deverá ter a máscara colocada antes de iniciar a sua função no estrado; quando terminar a sua função, deve recolocar a máscara. Deve higienizar as mãos antes de colocar a máscara e depois de a retirar. Para tal, será colocado um dispensador de produto desinfetante no púlpito;

    3. Deve respeitar-se a distância mínima de segurança entre participantes, de modo que cada crente disponha, só para si, de um espaço mínimo de 4m2; deve garantir-se, com medidas adequadas, que as distâncias necessárias sejam respeitadas. A regra do distanciamento não se aplica a pessoas da mesma família ou que vivam na mesma casa;

    4. O número de elementos do grupo de louvor, músicos e dirigentes/pregadores deve ser adequado ao espaço existente, de forma que se cumpram as regras do distanciamento;

    5. No respeitante ao levantamento das ofertas, para evitar a aglomeração de pessoas no final da reunião, será mantido o formato habitual, com respetiva desinfeção dos elementos e distanciamento de segurança;

    6. Não devem ser utilizados objetos que pertençam à comunidade, que não sejam pessoais, como Bíblias, hinários, etc.;

  1. Celebração da Ceia do Senhor

    1. Na receção da Ceia, observam-se as normas de segurança e de saúde; nomeadamente em relação ao distanciamento físico entre os participantes e à higienização das mãos.

    2. A celebração da Ceia do Senhor deve ser precedida (e sucedida) de higienização das mãos por parte dos celebrantes, na preparação e distribuição dos elementos da Ceia;

    3. O pão será colocado na palma da mão do participante, sendo retirado da bandeja pelo celebrante. O vinho deve ser retirado pelo participante, sendo que a bandeja conterá menos copos, com mais espaçamento entre copos.

  1. Grupos de risco

  1. Caso apresente algum sintoma (como febre, tosse seca e dificuldade respiratória) ou esteja doente, fique em casa;

  2. É recomendado que todas as pessoas enquadradas nos grupos de risco assinalados pela DGS fiquem em casa, assistindo aos cultos através de transmissão online;

  3. Fazem parte destes grupos de risco, nomeadamente, pessoas com idade avançada (65 anos ou mais) e doentes imunodeprimidos e/ou crónicos (doentes oncológicos, VIH/SIDA não controlados, doença reumatoide sob terapêutica imunossupressora, diabetes não controlados, doença cardiovascular, doença crónica respiratória, hipertensão, lúpus, esclerose múltipla ou algumas doenças inflamatórias do intestino).

  4. Caso alguém apresente algum sintoma (especialmente febre, tosse seca e dificuldade respiratória) no decorrer da semana posterior à celebração, deverá informar a liderança da Igreja;

  5. A Igreja terá uma sala de isolamento preparada, em caso de necessidade, segundo as orientações da DGS;

  1. Outras Atividades

    1. Qualquer ato que implique o mínimo contacto físico deve ser precedido e sucedido de higienização das mãos por parte dos celebrantes;

    2. A livraria da Igreja estará em pleno funcionamento, cumprindo as normas de higienização e distanciamento. Apenas os elementos da livraria manusearão os artigos para venda, que só serão entregues ao comprador no ato do pagamento;

    3. Cerimónias como casamentos, apresentação de crianças, batismos, renovação de votos, entre outros, estão sujeitas a avaliação prévia, tendo em vista a defesa da saúde pública, estando sujeitas às mesmas restrições e condicionamentos dos cultos;

    4. Será realizado um registo interno facultativo de participantes em cada culto, tendo em vista um futuro contacto, em caso de contaminação de algum membro da comunidade. Estes registos serão destruídos após um prazo de 16 dias, se nenhum dos fiéis apresentar sintomas do vírus.